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Junina 2018 – 2ºB EF

A Escola esteve cheia no sábado da festa junina. Além da diversão, do aspecto pedagógico e da confraternização, a festa foi marcada por uma boa arrecadação para causas sociais e para iniciativas de duas turmas: 370 kg de alimentos, entregues a uma entidade beneficente e R$ 1.200 para ajudar o filho de nosso professor de espanhol a pagar uma cirurgia que o SUS não cobre.

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Junina 2018 – 3º EF

A Escola esteve cheia no sábado da festa junina. Além da diversão, do aspecto pedagógico e da confraternização, a festa foi marcada por uma boa arrecadação para causas sociais e para iniciativas de duas turmas: 370 kg de alimentos, entregues a uma entidade beneficente e R$ 1.200 para ajudar o filho de nosso professor de espanhol a pagar uma cirurgia.

Vejam as fotos do tradicional Boi de Mamão apresentado pelo 3º ano aqui.

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Junina 2018 – 5º EF

A Escola esteve cheia no sábado da festa junina. Além da diversão, do aspecto pedagógico e da confraternização, a festa foi marcada por uma boa arrecadação para causas sociais e para iniciativas de duas turmas: 370 kg de alimentos, entregues a uma entidade beneficente e R$ 1.200 para ajudar o filho de nosso professor de espanhol a pagar uma cirurgia.

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3º B visita o centro histórico de Florianópolis

A turma do 3° B está aprendendo a história dos primeiros europeus que desembarcaram em Florianópolis no início da colonização. E para se aprofundarem no tema, os alunos da professora Mina Martins percorreram os pontos históricos do centro da capital junto com o guia de turismo Rodrigo Stüpp, idealizador do Guia do Manezinho.

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O 7° ANO E A LEITURA DRAMÁTICA DA MEGERA DOMADA

Os alunos do 7° ano  foram avaliados por meio de uma leitura dramática da adaptação de Walcyr Carrasco do livro Megera Domada, de 1596, de William Shakespeare. Esta obra é uma das primeiras e das mais populares comédias de Shakespeare. Para a apresentação, cada aluno se caracterizou e interpretou um dos personagens dessa adaptação.

o 4º ano a as culturas indígenas

“É importante que as crianças vejam que os indígenas não estão apenas no passado do estado catarinense, mas que eles fazem parte da nossa realidade atual”. Esse foi o objetivo da professora Silvana Cenci, que levou a turma do 4° ano ao Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE) para visitar a exposição Tecendo Saberes pelos Caminhos Guarani, Kaingang, Laklãnõ-Xokleng, que teve curadoria dos próprios representantes desses povos.