Ciência na prática: 7º ano no Eco do Avencal

O aprendizado na prática é tão interessante quanto as teorias e conversas que rendem a vivência. Ao menos é isso que contam os estudantes do 7º ano sobre a saída ao Eco do Avencal. Conforme Aymê Hamad, 7º ano B, ir ao Eco do Avencal “é uma experiência que te marca e as palavras que eles ensinaram ficam na memória. Não é tipo: ‘ah, beleza; vi um monte de animal; foi só isso; foi legal!’. Não! Eles também dão uma parte teórica, que você vai lembrar no futuro.”

Valentina Wanka, 7º ano B, diz: “Lá, eu descobri muito sobre a natureza. É um espaço muito grande, então tem bastantes tipos de árvores de animais. Por exemplo, toda cobra é uma serpente, mas nem toda serpente é uma cobra, e a gente pôde ver estas espécies ali.”

2º dia do Encontrão Cultural 2024

Reflexões e experiências inusitadas foram vividas no segundo dia de programação do Encontrão Cultural da Escola da Ilha de 2024. Do 6º ano à 2ª série do Ensino Médio, os alunos se tornaram professores para apresentar suas recentes descobertas de forma criativa e inédita. Das tartarugas ninja denunciando a crise climática até cordéis latinoamericanos, você pode conferir as fotos e vídeos nas seguintes galerias:

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Festa junina à vista

O que: Festa Junina da Escola da Ilha.
Quando: 15/06 (sábado)
Horário: 14:00 às 17:00.
Entrada (restrito aos familiares dos alunos): 1 kg de alimento não perecível, para os desabrigados do RS.

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6º ANO DEBATE SOBRE ACESSIBILIDADE DA COMUNIDADE CEGA

As salas de aula dos 6º anos receberam uma visita da ACIC (Associação Catarinense para Integração do Cego) convidada pela professora Rosana Cislaghi. O grupo contribuiu com os estudos da disciplina de Ciências sobre os sentidos mostrando a importância de humanizar ainda mais o conteúdo programático. Alexandre Baggio de Ataide, Ana Rodrigues Pires, Oswaldo Bento Da Silva e Rudinei Luiz Andrade compartilharam suas vivências dando enfoque para os cegos de baixa visão, parte consideravelmente invisibilizada desta comunidade.

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As conquistas do Infantil

As conquistas começam aqui, pois como diria a educadora Emilia Ferreira: “Por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa”.

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Dos plânctons às baleias: alunos do 2° ano C visitam laboratórios da UFSC

“Quando eu crescer quero ser cientista da UFSC”, diz Benjamin, estudante da turma dos Experimentos Científicos (2º ano C), ao observar através de um microscópio.

A Turma dos Experimentos Científicos de olhos atentos explorou alguns dos laboratórios da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde parte da pesquisa nacional é desenvolvida. A saída pedagógica focou os laboratórios de mamíferos aquáticos, recifes, crustáceos, plânctons, ambientes subaquáticos e cefalópodes. Entre baleias enormes e seres microscópicos, as crianças descobriam um interesse novo pela vida marinha através das lentes da ciência.