Embaixadores por um dia. Este foi o desafio dos estudantes da Escola da Ilha no Simulação de Organizações Internacionais para o Ensino Médio (SIEM). Em 2026, estivemos na Assembleia Geral da ONU representando a Venezuela, e na Agência Nacional de Energia Atômica representando os Estados Unidos (EUA).
Arthur Homem, 3ª série EM: “Pegar os Estados Unidos e se defender sobre energia atômica é complicado, porque mesmo quando você não está se favorecendo, as pessoas falam ‘você é Estados Unidos, eu não concordo contigo’. É difícil, mas está bem divertido”
Theo Maciel, 3ª série EM: “Eu tenho que falar várias coisas que eu não acredito, mas como é exatamente o oposto do que eu acredito é só falar o contrário, sobretudo com políticas atuais. Então, agora falei várias coisas que a gente não concorda, mas é divertido colocar isso em prática e fazer um personagem.”
Rafael Garcia, professor de Geografia: “Este projeto é ótimo para os alunos terem dimensão de quanta coisa acontece na universidade. Desenvolver essa vontade de participar e fazer parte de uma universidade pública, além de todo o trabalho que a gente fez de trazer temas atuais, geopolítica, que trabalhamos em Geografia, e eles poderem exercitar isso num evento como esse, em contato com várias escolas e realidades diferentes.”
Luisa Ferrari, 2ª série B: “Mesmo sendo uma simulação você sente que está lá. Quando você entra no palco para falar, eu falei hoje, é uma sensação muito boa. Uma sensação de poder, defendendo a sua proposta.”
A atividade desafia os estudantes a pesquisarem contextos históricos, políticos e econômicos para defender, em debate, posições muitas vezes diferentes das suas opiniões pessoais. A Escola da Ilha participa da iniciativa desde a primeira edição do evento, em 2011, acompanhando o projeto como um espaço de aproximação entre o conhecimento escolar e os debates do mundo contemporâneo.
Embaixadores por um dia. Este foi o desafio dos estudantes da Escola da Ilha no Simulação de Organizações Internacionais para o Ensino Médio (SIEM). Em 2026, estivemos na Assembleia Geral da ONU representando a Venezuela, e na Agência Nacional de Energia Atômica representando os Estados Unidos (EUA).
Arthur Homem, 3ª série EM: “Pegar os Estados Unidos e se defender sobre energia atômica é complicado, porque mesmo quando você não está se favorecendo, as pessoas falam ‘você é Estados Unidos, eu não concordo contigo’. É difícil, mas está bem divertido”
Theo Maciel, 3ª série EM: “Eu tenho que falar várias coisas que eu não acredito, mas como é exatamente o oposto do que eu acredito é só falar o contrário, sobretudo com políticas atuais. Então, agora falei várias coisas que a gente não concorda, mas é divertido colocar isso em prática e fazer um personagem.”
Rafael Garcia, professor de Geografia: “Este projeto é ótimo para os alunos terem dimensão de quanta coisa acontece na universidade. Desenvolver essa vontade de participar e fazer parte de uma universidade pública, além de todo o trabalho que a gente fez de trazer temas atuais, geopolítica, que trabalhamos em Geografia, e eles poderem exercitar isso num evento como esse, em contato com várias escolas e realidades diferentes.”
Luisa Ferrari, 2ª série B: “Mesmo sendo uma simulação você sente que está lá. Quando você entra no palco para falar, eu falei hoje, é uma sensação muito boa. Uma sensação de poder, defendendo a sua proposta.”
A atividade desafia os estudantes a pesquisarem contextos históricos, políticos e econômicos para defender, em debate, posições muitas vezes diferentes das suas opiniões pessoais. A Escola da Ilha participa da iniciativa desde a primeira edição do evento, em 2011, acompanhando o projeto como um espaço de aproximação entre o conhecimento escolar e os debates do mundo contemporâneo.