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Festa junina à vista

O que: Festa Junina da Escola da Ilha.
Quando: 15/06 (sábado)
Horário: 14:00 às 17:00.
Entrada (restrito aos familiares dos alunos): 1 kg de alimento não perecível, para os desabrigados do RS.

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6º ANO DEBATE SOBRE ACESSIBILIDADE DA COMUNIDADE CEGA

As salas de aula dos 6º anos receberam uma visita da ACIC (Associação Catarinense para Integração do Cego) convidada pela professora Rosana Cislaghi. O grupo contribuiu com os estudos da disciplina de Ciências sobre os sentidos mostrando a importância de humanizar ainda mais o conteúdo programático. Alexandre Baggio de Ataide, Ana Rodrigues Pires, Oswaldo Bento Da Silva e Rudinei Luiz Andrade compartilharam suas vivências dando enfoque para os cegos de baixa visão, parte consideravelmente invisibilizada desta comunidade.

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As conquistas do Infantil

As conquistas começam aqui, pois como diria a educadora Emilia Ferreira: “Por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa”.

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Dos plânctons às baleias: alunos do 2° ano C visitam laboratórios da UFSC

“Quando eu crescer quero ser cientista da UFSC”, diz Benjamin, estudante da turma dos Experimentos Científicos (2º ano C), ao observar através de um microscópio.

A Turma dos Experimentos Científicos de olhos atentos explorou alguns dos laboratórios da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde parte da pesquisa nacional é desenvolvida. A saída pedagógica focou os laboratórios de mamíferos aquáticos, recifes, crustáceos, plânctons, ambientes subaquáticos e cefalópodes. Entre baleias enormes e seres microscópicos, as crianças descobriam um interesse novo pela vida marinha através das lentes da ciência.

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Atletas ensinam o Hóquei para os alunos do 9° ano

O Hóquei é um esporte muito conhecido internacionalmente, mas ainda pouco difundido no Brasil. Florianópolis, junto do Rio de Janeiro, são os principais pólos do esporte no país. Mateus da Silva de Souza e Nikolas Souza Santana do Floripa Hóquei Clube fizeram uma prática do esporte com os 9º anos a convite do professor Rafael Mano na aula de Educação Física. Atividades como esta, ainda mais em ano de olimpíada, fomentam o esporte e promovem a sua visibilidade.

“A gente sempre procura trazer novos jogos e modalidades para tentar diferenciar dos jogos de quadra mais comuns como futebol, handebol, basquete e vôlei”, diz o professor Rafael. “Buscamos trazer experiências novas para que eles possam se divertir com os colegas e explorar outros movimentos também”.

Afinal, quem são os Povos dos Sambaquis? O 6º ano responde…

Estudar a história de um povo não significa apenas olhar para trás, mas também reconhecer como o passado continua a influenciar e moldar o presente. Do norte ao sul do litoral catarinense podemos observar estas grandes formações montanhosas chamadas de Sambaquis e as inscrições rupestres, produzidas por povos indígenas do litoral. Ao reconhecer a importância de conhecer a história de um povo, estamos valorizando a nossa própria humanidade.

Giovana Lucchese Schwening, 6A: “Os povos do Sambaqui eram homens, mulheres e crianças que faziam montanhas usando conchas e outros elementos. Eles eram nômades. Quando eles saíam ficava aquela montanha, e os bisnetos, netos voltavam lá, porque já florescia e teria comida de novo, e continuavam construindo aquilo até formar uma montanha gigantesca”
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Maria Fernanda Vieira, 6A: “Quando eles saíam eles iam para um lugar não muito longe, pois, como a Giovana disse, era mais fácil para os netos voltarem. Eles comiam vegetais, raízes, animais, eles pescavam, essas coisas”.